terça-feira, 8 de março de 2011

Eu sigo em frente nessa estrada eterna
Com cicatrizes tão profundas, quanto as que um arado deixa
na terra
Muita pressão está sobre minhas pernas, Com lágrimas
nos olhos que se conta uma história bela
Quantas vezes parei porque cansei, quantas vezes
chorei porque tive medo
Quantas vezes nem sei, quantas vezes meu bom Senhor só
Tu sabes quantas vezes
Meus ombros sangram por causa das feridas que nele se
abriram
Esse é o preço por carregar o peso do concílio
Mas eu não desisto, não vou largar no chão a Arca da
Aliança
Pois a marca da promessa está sobre a minha testa
Meus pés inchados doem de tanto caminhar, mas vou
continuar pois tenho lutas pra travar
Deixa sangrar, pois a força que está em mim já pode
suportar.


Refrão
As dores do mundo, já posso suportar
As guerras e aflições, já posso suportar
Pela força que em mim está, já posso suportar
Já posso suportar.
O maior dos espíritos habita em mim
Eu sou a casa que Ele escolheu para morar
Por causa disso, já posso suportar.


No final de tudo vou poder dizer, que lutei o bom
combate, acabei a carreira, guardei a fé
Hei de terminar minha batalha em pé
Um dia desse que não sei ao certo qual é
Isso acontecerá, até lá não deixarei de acreditar que
maior é O que está em mim no que o que está no mundo,
sendo assim enfrento tudo
Tornou se limpo, o imundo excluido
agora é
aceitável
Fortaleceu-se o frágil, Imaginável.
É o que ainda se reserva pra os que crêem,
Maravilhas e vitórias dignas de um rei, então
buscarei, quantas vitórias eu puder lhe dedicarei
Por intermédio é que as obtive, mesmo nos dias de
crise, dias infelizes
Trarei o recordo, que meu Deus vive e não está morto
Seu Espírito habita meu corpo e eu estou n'Ele e Ele em
mim
E por isso eu canto!

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